segunda-feira, 7 de setembro de 2009

VOCÊS SABEM DO QUE É QUE EU ESTOU A FALAR..


Podem-me perguntar: como é que ele sabe estas coisas? Boa pergunta. A verdade é que sei. Tenho uma boa rede de contactos, e não é aquela do “facebook” ou da “superbook” com milhares de “amigos”. Não! É mais daquelas em que nos encontramos à noite numa discoteca movimentada e que, sem que ninguém se aperceba, transaccionamos … seja o que for; (ou num beco escuro usando lingerie erótica).

Este caso fiquei a conhecê-lo de fonte securissima. Acontece que tenho uma pessoa das minhas relações que conhece bem o marido da amiga de uma jornalista da TVI, que eu não devo revelar o nome, por respeito às pessoas envolvidas, porque ela só fez o que fez, por ter um filho com uma doença incurável – é um menino azul – o que é que se pode fazer? O FêQuêPê corre-lhe nas veias...

Com a gravidade e a importância destas informações, não me ia ficar por aqui; costumo jogar ao sobe e desce, quando vem a albufeira, com o padre Borgas, aquele que passa a vida a cantar “põe aqui a tua mão meu senhor”, ou qualquer coisa do género, e que não se cala com isso.

Tirando tudo isso, ele é uma pessoa reputada no meio como tendo uma relação especial com o todo poderoso. Não é público mas foi ele que “deu” (cobrou os olhos da cara e sei lá mais o quê) o ungimento final - também denominado de extrema unção , ao Maicol Jaquesone, por isso estão a ver…

Acontece que, com 2 Martinis, 1 posta de corvina, 2 garrafas de cabeça de burro e 2 chancela velha, o Borgas, que me tem como um camarada revolucionário – ele há coisas… vai-me sempre contando, como quem não quer a coisa, o que se vai passando ofederecorde.

Isto é assim, e vocês são uns sortudos porque podem usufruir da magnanimidade da minha existência.

Isto do problema “Guedes Moniz da TVI, tem muito que se lhe diga”, diz-me o Borgas – também conhecido por Pielas pelos amigos. E ele disse tudo! É claro que me pediu segredo, mas vocês também não vão contar nada a ninguém! E, também qualquer coisa que se passe, sempre se pode dizer que foi aquela jornalista, que eu prometi não dizer – e não digo – que se chamava Cristina.

Pensem sempre desta forma – por mais que possamos confiar, tenham um plano B sempre à mão.

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