
Para aqueles que pensavam que eu só percebia de política (obrigado pelo elogio), venho agora falar de sexo.
A GINA E EU
CAPITULO 1 - INTRODUTÓRIO
Folheava eu a revista Gina com a indiferença de um analfabeto a “ler” o Financial Times, quando, para grande espanto meu, encontrei uma serie de fotografias da mulher do amigo do meu primo. NÃO ERA UMA
Ora bem, para quem não saiba, nunca tenha lido, tenha apreciado, ou tenha tido qualquer contacto em geral (ou especial) com a revista Gina, é uma daquelas revistas que a maioria dos homens (enquanto tal, e os que o são), têm na sua memória essa tal revista lúdica, mas ao mesmo tempo instrutiva, com imagens belas, estórias que nos fazem sonhar, etc, etc. Ou seja, deixemo-nos de rodeios: trata-se de uma revista de cariz sexual; não, não era mais uma daquelas revistas “dessas” sem gosto, brejeiras, e estrangeiradas. Não! Notava-se qualidade, desde a mais pequena e insignificante da sua foto, ao enredo das suas estórias.
Peço desculpa pelo parágrafo introdutório ser tão extensivo, mas como devem estar a congeminar, a GINA foi uma revista que povoava abundantemente a parte de baixo da minha cama, durante a minha adolescência.
Ah, pois, pensavam que… pois pergunto: porquê é que acham que a minha cama é mais povoada do que… uma coisa muito povoada? Eu digo-vos: tudo começou com a revista GINA.
CONTINUA
(Isto vai dar pano para…)
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