terça-feira, 1 de setembro de 2009

EU E A GINA


Para aqueles que pensavam que eu só percebia de política (obrigado pelo elogio), venho agora falar de sexo.
Ora bem, não é sexo puro e gratuito, falo-vos de um episósio da minha vida.
A verdade é que... tento ter leitores e com a politica não estou a conseguir.
prometo que, de futoro coloco umas fotos de mulheres nuas. se quiserem de homens vão ter de solicitar.

então aqui vai:


A GINA E EU

CAPITULO 1 - INTRODUTÓRIO

Folheava eu a revista Gina com a indiferença de um analfabeto a “ler” o Financial Times, quando, para grande espanto meu, encontrei uma serie de fotografias da mulher do amigo do meu primo. NÃO ERA UMA FOTO, mas uma sérias delas. Mais à frente esclareço isso de “série de fotografias”.

Ora bem, para quem não saiba, nunca tenha lido, tenha apreciado, ou tenha tido qualquer contacto em geral (ou especial) com a revista Gina, é uma daquelas revistas que a maioria dos homens (enquanto tal, e os que o são), têm na sua memória essa tal revista lúdica, mas ao mesmo tempo instrutiva, com imagens belas, estórias que nos fazem sonhar, etc, etc. Ou seja, deixemo-nos de rodeios: trata-se de uma revista de cariz sexual; não, não era mais uma daquelas revistas “dessas” sem gosto, brejeiras, e estrangeiradas. Não! Notava-se qualidade, desde a mais pequena e insignificante da sua foto, ao enredo das suas estórias.

Peço desculpa pelo parágrafo introdutório ser tão extensivo, mas como devem estar a congeminar, a GINA foi uma revista que povoava abundantemente a parte de baixo da minha cama, durante a minha adolescência. SIM, eu e mais uns quantos imberbes. Então porque é que acham que percebo tanto de sexo, aahh?!

Ah, pois, pensavam que… pois pergunto: porquê é que acham que a minha cama é mais povoada do que… uma coisa muito povoada? Eu digo-vos: tudo começou com a revista GINA.

CONTINUA

(Isto vai dar pano para…)

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