sexta-feira, 18 de setembro de 2009

CASAMENTO ENTRE IGUAIS



Comenta-se muito por aí sobre a justeza ou não do casamento entre iguais.

Como não podia deixar de ser, continuamos atrasados no tempo. Esta discussão, por esse mundo fora, há muito que teve início.

Tudo começou há 5 mil anos atrás, (mais mil, menos mil), na China, durante a dinastia PENIS GAHH, no império de EH SU GAI, o mesmo que inventou a máquina de esgalhar pessegueiros, a máquina de pintar a manta e o arroto.

Ficar conhecido por estes inventos, ainda vá lá, agora, esta do casamento entre iguais, é um tanto ou quanto meritório. Mas a china está cheia disso, vejam o caso de um descendente de EH SU GAI, que, descobriu a pólvora, enquanto via o concurso do Malato. Sim, porque isso de inventar o casamento entre iguais na China, onde todos são iguais, é o mesmo que dizer que Sócrates inventou a arte de bem governar… porque na China não só os noivos são iguais, como o padre, os convidados, o sacristão ou o fotógrafo.

Tudo aconteceu quando EH SU GAI decidiu casar-se, e para aproveitar a cerimónia e poupar no copo-d’água, casou-se com duas irmãs – que por sinal eram gémeas eram elas GAJAH DU GAI E SPOSAH DU GAI. O sucesso do casamento entre iguais teve curta duração pois EH SU GAI proibiu-os quando encontrou em flagrante delito a sua mulher com o PRIMUH DU GAI – não se sabe qual pois eram iguais. A sua mulher diz que não se apercebeu porque pensava que estava com EH SU GAI, por sua vez PRIMUH DU GAI, desculpou-se com o facto de pensar que estava com a sua mulher, coisa que não era verdade porque esta estava na cama com o jardineiro que era igual a EH SU GAI, que era seu amante. EH SU GAI não podia deixar ficar as coisas assim e mandou dar uma carga de porrada a PRIMUH DU GAI, mas quem acabou por levar pancada foi TIUH DU GAI que era igual a PRIMUH DU GAI.

Está provado que o casamento entre iguais não dá certo, não sei porque daria aqui em Portugal!

O que vão dizendo por aí é que a esquerda quer a toda a força impor o casamento entre iguais, encontrando oposição dos conservadores e da igreja. Mas isso não é bem assim! Comenta-se por trás que quem não quer isto do casamento entre iguais é Louça e Sócrates, porque, o primeiro, teria que se divorciar para se casar com outro igual a ele (por mais impossível que isso seja). Sócrates, por sua vez, não quer ser acusado de favorecimento aos iguais a ele.

Segundo o meu amigo Borgas, não é a igreja que é contra, embora haja opiniões divididas a maioria do clero é a favor. Consideram que haverá um aumento de crentes na igreja e de casais a ir à missa. Por outro lado haverá um amento exponencial de receitas, com o aumento da celebração de casamentos. Quem é contra é o sindicato dos sacristães pois teriam muita dificuldade na organização dos casamentos – não saberiam qual a noiva e qual o noivo.

Bibliografia: relatório OTA

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