quarta-feira, 2 de setembro de 2009

EU E A GINA II


Capitulo II – expositório

Acredito que haja muitos leitores desejosos de saber o desenrolar desta história, que ontem iniciei. Se a curiosidade matasse, concerteza que abriria uma funerária, - sempre rentabilizava o meu tempo passado no cemitério.

Dirão eles: “mas a quem é que ele se refere”? Eu, por minha conta, sou casado e tenho por amigo(s) algum(s) do(s) primo(s) dele! Será que a minha mulher, naquele fim-de-semana que disse que ia visitar a mãe (que estava doentinha, coitadinha); será que foi mesmo? Eu sempre suspeitei que ali havia gato! Para visitar a mãe talvez fosse inconveniente levar aquela lingerie em cabedal que lhe ofereci pelos anos?

Fiquem descansados que eu não divulgo a identidade de ânimo leve!

Já recebi um feedback de um primo (ou algo parecido, tanto faz), mostrando-se céptico em relação à veracidade de tal estória. Pois deixem-me dizer-vos algo: tal situação não é inédita comigo. E olhem que as más línguas que se referem a mim como um depravado a nível sexual (embora não me lembre de mais depravação alguma), não sou nenhum expert em revistas do género. Tal fica a dever-se apenas à minha curiosidade cientifica e de análise sociológica. Esses ditus cujus não sabem dar outra utilização à língua que não essa!

Dizia eu, na intenção de vos contar uma estória idêntica que se passou comigo.

Aquando do terminus da passagem por estas bandas de um grande amigo meu, foi-me legado em herança (ou assim pensara que teria maior utilidade) a sua colecção de revistas… e afins. Qual não foi também o meu espanto, quando, a paginas tantas (página 12 e seguintes da revista Gina de 2004) vejo a ex namorada do Pedro (nome fictício)! Quase me caíram ao chão quando vi tal coisa! Notava-se já na altura que havia na rapariga um não sei quê de … daquilo que nos move. Mas nunca pensei que tal promessa se revelasse parca para tamanho conteúdo. Acredito que nem o meu amigo Pedro, (nome fictício) sabia o que tinha ali. Acredito que nem o actual marido! Ele há coisas…

Caso este enredo se desenvolva mais do que estava programado, eu conto a estória como foi. Embora imprópria para contar aos filhos na hora de adormecer, poderão utiliza-la enquanto “aquecedor” da vossa cara-metade.

Como dizia o outro: “ ele com duas cervejas, conta tudo”. Por isso agora ando no vinho branco com gasosa…

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