O rei obrigou o ½ irmão Pedro (também chamado de pedra – irão perceber mais à frente) a dar de frosques para Espanha, conseguindo enfiar as 3 irmãs em conventos, com a legítima herança legada pelo pai no verdadeiro testamento.
Os registos que quase chegaram aos nossos dias não nos deixam perceber qual era exactamente o plano matreiro dos espanhóis, porque se encontram muitas contradições. Certo é que o pedra recebeu um prémio chorudo.
Acerca de Pedro de Portugal, também com o título de conde de Urgel – não sendo fundamental para o desenrolar da estória, é uma personagem interessante. Nesta versão da história que vos conto, quase, quase, quase inteiramente (ou pelo menos um bocadinho…) sustentada por documentos históricos, (outros estóricos), de indubitável valor, o pedra, irmão do gordo (mas, também, quem não o era?) [ver capítulo VI – o povoamento], era um passado do caraças. Metido desde muito novo no tráfico da chicha e do vinho [ver capítulo IV], enquanto presidente da CMVM, acabou por ficar com uma ligeira … - está bem… uma pesada – dependência, não só do vinho ou da chicha, mas também da vida boémia, metido constantemente em raves e castelos de diversão nocturna. Ou seja, funcionário do reino, salário chorudo, sem fazer grande coisa, resumindo, uma maravilha. Ele marcou uma geração inteira de funcionários públicos… e todos os que haveriam de vir.
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