terça-feira, 15 de março de 2011

POUPAI-NOS Subtítulo: Ou ide-vos lixar

Todos nós sabemos que o país se encontra numa situação difícil. Mais..! Os portugueses – quem realmente conta em Portugal – estão numa situação – que dizer meramente desagradável parece um eufemismo…

Dei comigo a matutar em que poderia eu ajudar… e aqui estou. Que melhor forma poderia ter senão dar [sinónimo de oferecer] os meus mui doutos conselhos ao nosso muito primeiro dos ministros. Quais? Energuminava-me eu, na ausência de respostas a uma tão divinal quanto pueril vontade! Encontrei um esquiço de resposta! O que de melhor teria eu a fazer seria direccionar a minha capacidade analítica para encontrar forma de o governo poupar os nossos tão parcos recursos dando-lhe alternativas sucedâneas.

Encontrei, em seis áreas distintas da governação, seis formas de reduzir gastos. Seis brandas maneiras de conseguir a redução por parte de quem tem, por nós, a muito nobre tarefa, por muito nobre ser a definição clássica de governação de um povo.

[trocando por miúdos]

Já cá se sabia que estamos na merda. Os portugueses, essa saloiada que habita Portugal, dizer que estão fo[censura]por serem apoiantes do Sócrates deviam ser pendurados de cabeça para baixo pelos testículos (quem não os tiver, não se preocupe que se arranja uma forma bué da macabra para ser pendurado).

Parti os cornos a pensar como iria eu gozar com a estupidez dos gajos? fo[censura] … santa bejeca! Encontrei! E se eu torcesse, assim a modos que fosse difícil para os gajos do governo perceberem, porque são burros, umas ideias estúpidas que eles, sendo estúpidos, se sentiriam estúpidos por não as terem tido antes? – BOA, Put…. Q… A PA… [CENSURADO]. Não era preciso dar tão cabo dos cornos… para ter esta ideia de caca. Bem, agora só faltava era ter as tais ideias. Isso era a parte mais fácil, pois de tão ruins que são, não foi preciso pensar muito.

Então, segui o exemplo do gajo, ou seja, quando fui à cagadeira, aproveitei para ter ideias… e não é que elas saíram!? Foi um ver se te avias… o problema /vantagem das minhas é que não são publicadas em Diário da República… por enquanto!

Aqui ficam elas:

PRIMEIRA –SAÚDE – Diminuição da quantidade de cola utilizada nos pensos dos hospitais.

Quem não sofreu já na pele os efeitos secundários desse desperdício de cola? As mulheres poderão estar habituadas (se bem que para níveis de dor tão elevados só mesmo elas) …. Aquelas brincadeiras que fazem com a cera…

SEGUNDA – ENSINO SUPERIOR – Permitir / tornar obrigatória a entrega de exames por fax, email, ou em qualquer estação de correios ou até, nos postos Galp aderentes. Esta medida para além de permitir poupanças substanciais nos gastos com o ensino, iria proporcionar-nos primeiros-ministros mais eficientes.

TERCEIRA – FORÇAS ARMADAS – Implementação do “método Solnado” – Deveria ser fornecido por todas os soldados das nossas forças armadas um KIT (kit económico) contendo uma bala, um rolo de guita e moscas (o cavalo têm que comprar eles por questões de higiene).

QUARTA – OBRAS PÚBLICAS – Expansão do estrondoso sucesso das portagens virtuais para auto-estradas virtuais. Ora, como é conhecido, A ideia das portagens virtuais, consiste em efectuar o pagamento de portagens sem a necessidade de construção de infra-estruturas físicas. Pegando nesse conceito, não haveria a menor necessidade de construção da “infra-estrutura física” ou seja, da própria auto-estrada.

QUINTA – ECONOMIA/FINANÇAS – Utilização do método de orçamentação comummente denominado de “pato bravo”. A implementação deste método traduz-se na diminuição de avultadas despesas ao nível da orçamentação, estudos de viabilidade – económica, financeira, ecológica ou nem-por-isso – estudos estes que são meros estrangeirismos recentes aos quais os portugueses nunca estiveram acostumados pois utilizavam um único estudo o “a olho”. Este método aumenta também a rapidez de execução, bem como a diminuição das derrapagens.

SEXTA – SEGURANÇA INTERNA – Testes de alcoolemia: banir das nossas estradas esses aparelhos de medição, altamente sofisticados – incompatíveis com as qualificações das nossas forças policiais – utilizando técnicas de análise qualitativa americanas; exemplo: fazer o quatro, andar numa linha recta imaginária, levar o indicador ao nariz com os olhos fechados (sem ser para tirar burriés), etc. Nota: este método já se encontra previsto na nossa lei, pelo que não seria preciso gastar rios de dinheiro na elaboração de estudos de análise à aprovação de uma lei deste tipo.

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