Que pranto é este sem proveito, que por ti, em mim se encontra, desprezado seria se amaldiçoado não fosse. Por ti Genoveva, prostrada te encontras, escanchada te mostras, pecado, pois pecado… se Deus quisesse e se Alá deixasse, quais cem ou duzentos ou até mil que fossem, os ouros que tu pedes. Pedes pouco Gertrudes, que outras antes de ti, do agacho em que me pus… e de tal forma o mostrei… ai, que dor nele fiquei! Ai que belas elas são, e que boas elas andam, isto até rimava com coração (mas coração não ponho em nada do que eu escrevo), ponho antes Conceição, que para boa nada lhe falta; - bolas Conceição, tu sabes fazer muito melhor com a boca, do que essa treta que é falar. Esta não foi alternativa, nem sequer alternadeira – a bem dizer, muito lhe faltava – coisas que os olhos comem e a boca apalpa. Rápido foste Andreia, se rápido de tântrico se pode falar, que o dia seguinte ontem pareceu, de tanto havia para comer… e se comeu .Hooo Silvéria, que macaco me pareceste, quando só este galho largaste, quando noutro já te agarraste. Porque não me agarrei eu a ti, Joana? Que no nome de mim levaste pontos, já que guerreira tu eras mas… porquê tão santa? Deixavas os pontos atrás serem dados noutro lugar… tu sabes. Nesta espécie gosto claramente de formas arredondadas, mas não redondas – silicone, silicone, que queres que pense de ti? – o que adianta tentar se… ora… a cabeça está noutro lugar?! Se calhar é melhor ir-me embora; doeu, doeu, mas passas bem sem analgésicos (eu bem tentei). Aclaraste-me as ideias tu, teu nome não digo, embora claro ele esteja; teu músculo sentimental é grande, e bom; mas, mas, comendo os olhos o que comem, não comem tanto como tu… e olha que comem muito… Tu também foste com a tua beleza transbordante que os teus felinos olhos verdes espelhavam, quem neles o seu ego queria alimentar; não me deste tempo, deles não me esquecerei, de ti… desculpa-me. Não poderia viver com elas se delas pudesse viver; por muito que tivesse dito, pouco ficou por dizer para quem, não por pouco que pensassem eu ter dito, mas pelo muito que haveria a dizer, por isso deixo o dito pelo não dito. O que haverá para dizer? Serão elas a nossa vida (principalmente o que faltará nela); será então o vazio em que nos encontram, diferente do vazio em que nos deixam? Acho que sim… agora digam-me: quem nunca soube, será o mesmo de quem, não sabendo já se esqueceu? Esta é a lei; por 1 que faça mal, 10 pagá-lo-ão, ainda que mal não tenham feito. A nossa natureza? Não sei! O mal é construído em pirâmide invertida em que, se destruirmos o vértice, as outras mulheres esmagam-nos! Mulheres? Mal? Porque será que escrevi mulheres? Bolas, eu estava a falar de outra coisa…
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